De que adianta?
Seguir teorias que nunca vão se revelar
De que adianta, se todas nos transformam no que somos hoje
E por mais que queiram isso nunca vai mudar.
De que adianta viver numa casa
Pois sempre acaba sendo esta, nossa própria prisão
‘’fora das grades’’ já não conseguimos viver
E disso tudo nos resta à solidão.
Juan Patrick.
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terça-feira, 13 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
A música dos ventos.

Hoje eu quero que meus amigos não notem minha dor
Quero que meus pais não liguem para minhas trabalhadas
E que meus pés suportem minha longa caminhada
Por que busco um outro caminho.
Hoje eu quero que minhas mãos não se cansem
Por que sei que serão muitas linhas escritas
Hoje espero que a poesia não me deixe
E que o silêncio fique quieto ao meu lado
Hoje eu quero que a noite quase não cheque
Só assim terei mais tempo pra me ver.
Hoje espero que meu suor seja doce
E que minha loucura seja a mais forte
Mas também espero que algum dia ela passe
Hoje eu quero que os pássaros voem comigo
Quero ir pra longe, pr’eu chorar
E nem ver que meus olhos estão feridos
Assim como minha alma que esta despedaçada
Hoje eu quero voar alto, e soltar gritos.
Eu quero que hoje seja especial
Um simples dia ou até mesmo sem nada.
Hoje eu quero ser estrela.
Quero ser a música dos ventos.
Hoje eu quero tudo o que me foi prometido
Hoje eu quero ver os fins dos tempos,
Hoje eu quero que meus amigos estejam comigo
E que meus pais me abracem pela última vez
Porque sem estes, eu serei apenas pó.
Eu serei o pó, que do pó me fez.
José Borges.
,
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Ao meu amigo poeta.
És forte o poeta que escreve
porque ultrapassa sua dor como navalha
e se lança sem medo ao abismo
e se joga pelos cantos, se espalha.
És grande o seu desejo de encontrar
um amor de verdade num outro ser
que mesmo ferido tantas vezes
não deixou que isso pudesse lhe enfraquecer.
És homem feroz este poeta cansado
porque abdicou de tudo o que lhe foi dado
e se dedicou somente a sua jornada
procurando um outro poeta apaixonado.
És puro aquele senhor de muitas linhas
que foi sempre poeta e sonhador
e que deixou segredos a descobrirem
mas que nunca encontrou seu verdadeiro amor.
José Borges.
,
porque ultrapassa sua dor como navalha
e se lança sem medo ao abismo
e se joga pelos cantos, se espalha.
És grande o seu desejo de encontrar
um amor de verdade num outro ser
que mesmo ferido tantas vezes
não deixou que isso pudesse lhe enfraquecer.
És homem feroz este poeta cansado
porque abdicou de tudo o que lhe foi dado
e se dedicou somente a sua jornada
procurando um outro poeta apaixonado.
És puro aquele senhor de muitas linhas
que foi sempre poeta e sonhador
e que deixou segredos a descobrirem
mas que nunca encontrou seu verdadeiro amor.
José Borges.
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Queridas ondas.

Se não fosse às ondas que arrastam essas mágoas
Nem sei que seria de mim e de minhas paixões
Pois é o mar quem me renova somente em vê-lo
E me concede um sentimento diferente das ilusões.
Se não fosse aquele céu azul que vejo pela manhã
Minhas manhãs seriam mortas e entristecidas
Meus dias seriam séculos passados a limpo
E entre tantas histórias renasceriam feridas.
Se eu não estivesse tão cansado e triste
Eu até me entregaria ao mundo que me cerca
Mas não vou arriscar meu orgulho e caminho
Vou me cuidar, antes que eu também me perca.
Se não fosse aquele mar grandioso
Eu me sentiria tão pequeno, mas não menos importante,
Se não bastassem aquelas mágoas
O mar levou muitas outras coisas importantes.
Se eu tivesse ficado um pouco mais quieto
Talvez nem precisasse agora chorar
Mas Já que as ondas vão e voltam
Quem sabe um dia eu possa me encontrar.
José Borges.
,
domingo, 4 de abril de 2010
As sombras da visão.
Deixa eu te acompanhar nessa noite
Por um passeio entre nosso passado
Deixa eu te falar o que sempre quis
E você verá que eu não estava errado
Deixa nossa conversar sair livre
Assim veremos até onde eu posso chegar
Deixa nossa tristeza de lado
Pra quem sabe podermos sonhar
Deixa tudo que não for preciso
E vamos ligeiramente se emocionar
Deixa essa intuição ir embora
Não precisamos nos precipitar
Deixa que tudo aconteça de improviso
Assim não haveremos de se contrariar
Deixa os pensamentos de lado
E vamos curtir um pouco da ilusão
Deixa seus olhos fechados
E veja as sombras da visão
Deixa de ficar perdendo tempo
Com coisas difíceis de entender
Deixa o vento soprando lento
Os ventos que vêem até você
Deixa meu silêncio servir de grito
Pois não tenha forças pra sussurrar
Deixa nossas fantasias morrerem
Antes que agente possa acordar
Deixa essa historia que só verdade
É quem poderá nos salvar
Deixa que um a serenidade
Irá te acompanhar como eu fiz
Deixa que um dia toda essa formalidade
Não passara de passatempo
Deixa que logo essa insanidade
Vai lhe curar a dor por dentro
Deixa que o final dessa aventura
Vai nos causar amadurecimento.
José Borges.
,
Por um passeio entre nosso passado
Deixa eu te falar o que sempre quis
E você verá que eu não estava errado
Deixa nossa conversar sair livre
Assim veremos até onde eu posso chegar
Deixa nossa tristeza de lado
Pra quem sabe podermos sonhar
Deixa tudo que não for preciso
E vamos ligeiramente se emocionar
Deixa essa intuição ir embora
Não precisamos nos precipitar
Deixa que tudo aconteça de improviso
Assim não haveremos de se contrariar
Deixa os pensamentos de lado
E vamos curtir um pouco da ilusão
Deixa seus olhos fechados
E veja as sombras da visão
Deixa de ficar perdendo tempo
Com coisas difíceis de entender
Deixa o vento soprando lento
Os ventos que vêem até você
Deixa meu silêncio servir de grito
Pois não tenha forças pra sussurrar
Deixa nossas fantasias morrerem
Antes que agente possa acordar
Deixa essa historia que só verdade
É quem poderá nos salvar
Deixa que um a serenidade
Irá te acompanhar como eu fiz
Deixa que um dia toda essa formalidade
Não passara de passatempo
Deixa que logo essa insanidade
Vai lhe curar a dor por dentro
Deixa que o final dessa aventura
Vai nos causar amadurecimento.
José Borges.
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
Os verdadeiros.

Os verdadeiros sorrisos
São raios de luz ofuscantes
Os verdadeiros abraços
São daqueles sufocantes
Os verdadeiros desejos
São fantasias fascinantes.
Os verdadeiros amores
São aqueles alucinantes
Os verdadeiros versos
São meios de iniciantes
Os verdadeiros segredos
São os mais relevantes
Os verdadeiros amigos
São hoje os mais distantes.
José Borges.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Dentro de mim.
Nunca senti uma dor tão forte
Como essa dentro de mim
É uma dor viva e rasante
Que parece não ter fim
Não pensei que a verdade
Doesse tanto assim.
Nunca tive tanto medo
Como esse dentro de mim
É um medo que me cala
Nunca sentir algo assim
Acho que não serei o mesmo
Quando isso tudo tiver fim.
José Borges.
,
Como essa dentro de mim
É uma dor viva e rasante
Que parece não ter fim
Não pensei que a verdade
Doesse tanto assim.
Nunca tive tanto medo
Como esse dentro de mim
É um medo que me cala
Nunca sentir algo assim
Acho que não serei o mesmo
Quando isso tudo tiver fim.
José Borges.
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terça-feira, 30 de março de 2010
Ribeirão do tempo.
Nunca ouve tanta guerra
Nem tão pouca essa preocupação
Parece que é mais uma tragédia
Provocada pela falta de compaixão.
Os cristãos estão sendo crucificados
Como se fosse haver uma purificação
E os vulcões estão sendo esvaziados
Para darem lugar a um novo ribeirão.
Nunca ouve tanta fadiga
Desgosto, ou aflição,
Hoje os pássaros voaram
Cegos, sem direção.
Agora estão por ai dizendo
Que tudo isso é modernização
Até mudaram os códigos da vida
Só para terem o mundo nas mãos.
Onde Deus e Satanás tiverem escola
Pra homem algum não faltará o pão
O problema está no preço a ser pago
Que muitas vezes é a alma de outro irmão.
José Borges.
,
Nem tão pouca essa preocupação
Parece que é mais uma tragédia
Provocada pela falta de compaixão.
Os cristãos estão sendo crucificados
Como se fosse haver uma purificação
E os vulcões estão sendo esvaziados
Para darem lugar a um novo ribeirão.
Nunca ouve tanta fadiga
Desgosto, ou aflição,
Hoje os pássaros voaram
Cegos, sem direção.
Agora estão por ai dizendo
Que tudo isso é modernização
Até mudaram os códigos da vida
Só para terem o mundo nas mãos.
Onde Deus e Satanás tiverem escola
Pra homem algum não faltará o pão
O problema está no preço a ser pago
Que muitas vezes é a alma de outro irmão.
José Borges.
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Varal.
Tantas histórias de um amor perdido
E em cada conversa algo novo
Como tudo de novo que me aparece
É algo meigo, sério, duvidoso.
Agora sim posso entender
Que os sonhos que sonhei
E as fantasias que inventei
Não serviram de nada pra você.
São 3 horas de manhã
E onde está nosso amor?
Talvez esteja sendo vendido
A qualquer preço, ou até sem valor.
Ainda não sei como fui tão ingênuo
Em pensar que tudo era real
Juro que tive esperanças
Que não fosse outro amor fatal.
Mágicas pra esquecer
Um passado vivo a todo minuto
Varal pra estender
Um rosto alegre e enxuto.
Tantas fantasias que morreram
Por causa de um amor a dois
Tantas histórias que não seguiram
A tradição do feijão com arroz
Tantas conversas que me faltaram
Com a promessa de ficar pra depois.
Mais final do inicio sempre existe a mais...
José Borges.
E em cada conversa algo novo
Como tudo de novo que me aparece
É algo meigo, sério, duvidoso.
Agora sim posso entender
Que os sonhos que sonhei
E as fantasias que inventei
Não serviram de nada pra você.
São 3 horas de manhã
E onde está nosso amor?
Talvez esteja sendo vendido
A qualquer preço, ou até sem valor.
Ainda não sei como fui tão ingênuo
Em pensar que tudo era real
Juro que tive esperanças
Que não fosse outro amor fatal.
Mágicas pra esquecer
Um passado vivo a todo minuto
Varal pra estender
Um rosto alegre e enxuto.
Tantas fantasias que morreram
Por causa de um amor a dois
Tantas histórias que não seguiram
A tradição do feijão com arroz
Tantas conversas que me faltaram
Com a promessa de ficar pra depois.
Mais final do inicio sempre existe a mais...
José Borges.
domingo, 28 de março de 2010
Quando estou contigo.
Venha e sente-se aqui comigo
Vamos olhar quem passa
E vamos ter aquele papo de amigo
Quem sabe é disso que preciso
Pois me sinto seguro quando estou contigo.
Só por hoje vamos celebrar nossa alegria
E vamos regar risadas com lágrimas
Não existe mais razão pra tanta agonia
Por que tudo que me ocorre se torna poesia
E toda poesia que nasce, nasce do dia.
Só por hoje venha comigo
E eu serei teu santuário, teu abrigo.
E tu serás minha semente
Regada pelo meu amor
Amordaçada pela minha palavra
E desconhecida pela dor.
José Borges.
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Vamos olhar quem passa
E vamos ter aquele papo de amigo
Quem sabe é disso que preciso
Pois me sinto seguro quando estou contigo.
Só por hoje vamos celebrar nossa alegria
E vamos regar risadas com lágrimas
Não existe mais razão pra tanta agonia
Por que tudo que me ocorre se torna poesia
E toda poesia que nasce, nasce do dia.
Só por hoje venha comigo
E eu serei teu santuário, teu abrigo.
E tu serás minha semente
Regada pelo meu amor
Amordaçada pela minha palavra
E desconhecida pela dor.
José Borges.
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Decisões.
Algumas vezes precisamos tomar decisões, e isso acaba sendo bastante difícil. Decidir o que realmente queremos pode até parecer fácil, mas não é. Quem dera que fosse.
Acreditar em nossas ações, e acreditar que elas serão satisfatórias no futuro é muito complicado quando não temos certeza do que queremos fazer e principalmente quando não estamos preparados para tomar quaisquer decisões. O imprevisível sempre ocorre no momento mais oportuno.
Uma decisão é como um simples passo o é problema que ela tanto poder ser algo positivo, como um passo para frente, ou negativa como um passo para trás. Uma queda nesse caso seria o mesmo que não tomar decisão alguma.
Um ser humano normal acreditaria que tudo pode ser visto como realmente nos aparenta, um homem dedicado acredita sempre que possa existir algo mais.
José Borges.
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Acreditar em nossas ações, e acreditar que elas serão satisfatórias no futuro é muito complicado quando não temos certeza do que queremos fazer e principalmente quando não estamos preparados para tomar quaisquer decisões. O imprevisível sempre ocorre no momento mais oportuno.
Uma decisão é como um simples passo o é problema que ela tanto poder ser algo positivo, como um passo para frente, ou negativa como um passo para trás. Uma queda nesse caso seria o mesmo que não tomar decisão alguma.
Um ser humano normal acreditaria que tudo pode ser visto como realmente nos aparenta, um homem dedicado acredita sempre que possa existir algo mais.
José Borges.
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terça-feira, 23 de março de 2010
Como se fosse eterno.
Deixe-me ir
Preciso seguir meu caminho
E lhes peço para não me seguir
É tão bom descobrir algo novo
Por isso quero ficar sozinho.
Nem preciso de muito tempo
Apenas de um segundo
Mas desde que seja o último
Eu o farei como se fosse eterno.
Vem, vem comigo vem,
Mas vou logo avisando
Eu não choro por ninguém
Vem, vamos até o fim,
Na procura de algo certo
Ou quem sabe em busca de mim.
José Borges.
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Preciso seguir meu caminho
E lhes peço para não me seguir
É tão bom descobrir algo novo
Por isso quero ficar sozinho.
Nem preciso de muito tempo
Apenas de um segundo
Mas desde que seja o último
Eu o farei como se fosse eterno.
Vem, vem comigo vem,
Mas vou logo avisando
Eu não choro por ninguém
Vem, vamos até o fim,
Na procura de algo certo
Ou quem sabe em busca de mim.
José Borges.
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sábado, 20 de março de 2010
Esperando palavras.
Algumas pessoas são mais fáceis de amar
Nossa mãe, nosso pai, nossos irmãos
Pra eles é fácil dizer eu te amo
Pra eles é fácil dar as mãos.
Algumas pessoas aprendemos a amar com o tempo
Quando o convívio se torna muito antigo
Pra essas pessoas também se diz eu te amo
Mais o amamos como nosso amigo.
Mais há pessoas que descobrimos o verdadeiro amor
Com elas vêm os sonhos e a felicidade
Com elas esquecemos a dor
Pessoas a quem amamos de verdade.
Pra essas pessoas também se diz eu te amo
Muitas vezes precipitadamente
Pois ao passar do tempo
Esse amor some de repente
Assim transforma-se o coração
Em um escravo inocente.
Se essas palavras vierem um dia
Espero ainda estar aqui para escutar
E se elas vierem que sejam verdadeiras
Para que possa ter valido a pena esperar.
Juan Patrick.
Nossa mãe, nosso pai, nossos irmãos
Pra eles é fácil dizer eu te amo
Pra eles é fácil dar as mãos.
Algumas pessoas aprendemos a amar com o tempo
Quando o convívio se torna muito antigo
Pra essas pessoas também se diz eu te amo
Mais o amamos como nosso amigo.
Mais há pessoas que descobrimos o verdadeiro amor
Com elas vêm os sonhos e a felicidade
Com elas esquecemos a dor
Pessoas a quem amamos de verdade.
Pra essas pessoas também se diz eu te amo
Muitas vezes precipitadamente
Pois ao passar do tempo
Esse amor some de repente
Assim transforma-se o coração
Em um escravo inocente.
Se essas palavras vierem um dia
Espero ainda estar aqui para escutar
E se elas vierem que sejam verdadeiras
Para que possa ter valido a pena esperar.
Juan Patrick.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Sem Fazer Milagres.

Eu já fui cinema
Agora sou livro
Já fui caneta
Hoje sou borracha
Já contei histórias
Hoje mal escuto.
Já entreguei segredos
E escondi bobagens
Já fui sincero
Já mudei paisagens
Hoje sou agonia
Sou a saudade
Eu era criança
Que não tinha idade.
Eu já brinquei de errar
Já viajei pelo espaço
Fui até além do mar
E hoje só tenho cansaço
Já dormi acordado
E hoje estou cego
Já fui herói
E hoje isso me dói.
Eu fui um deus
Sem seguidores
Sem fazer milagres
Eu já andei sobre as águas
Já corri muitas léguas
Já ressuscitei lendas
Mas não pude deixar de morrer
Hoje sou apenas uma estrela
Num infinito longe de você.
José Borges.
.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Amor Perfeito .

Será que é certo fazer planos
E ficar imaginando histórias?
Será que é bom acreditar nos sonhos
E esperar que o tempo resolva?
Será preciso ter desejos proibidos
Ou o certo é ser livre da verdade?
Ao que parece nada é conveniente
Mas todo pedaço tem sua metade.
Escrever histórias de amor perfeito
É obrigação pra quem não é amado
Acreditar nos sonhos da vida
Pode ser um pouco complicado.
A beleza pode ser bela
Mas é extremamente fugaz
Um amor pode ser tudo
Mas quem ama, sempre quer mais.
E se amanhã os sonhos se desfazerem
A verdade pode ir junto ao silêncio
E os segredos serão algemados ao medo
Mas o amor estará nas mãos de um beijo.
E para os amantes vale tudo
Um copo de champanhe ou um olhar
Um céu estrelado ou um quarto fechado
O importante no amor é apenas amar...
José Borges.
terça-feira, 9 de março de 2010
Mundo infantil.

Gira mundo infantil
Distorce a ilusão em lágrimas
Motiva os boêmios da noite
Pois todos querem algo pra falar.
Gira em torno das estrelas
Mas não as subestime
Nem queira ser tão coerente
Pois tudo pode mudar.
Gira moinho de vento
E em cada movimento
Trás um pouco da razão
Mostre-me a verdade sem erro
Ou tudo isso não terá solução.
José Borges.
domingo, 7 de março de 2010
Pequeno verso.
Pra se fazer verso não se precisa de muito
Apenas de um pouco de tempo
Pra fazer um verso é simples
Basta rimar chuva com vento
Ou deslizar as palavras pelas bordas
E assim ir seguindo o pensamento.
Pra se fazer versos é preciso fé
Mas não acredite no comum
As rimas são ondas ferozes
Que muitas vezes,
Não nos leva em lugar nenhum.
Pra se fazer verso é assim
Agente pouco começa
E ele já rima com o fim.
José Borges.
Apenas de um pouco de tempo
Pra fazer um verso é simples
Basta rimar chuva com vento
Ou deslizar as palavras pelas bordas
E assim ir seguindo o pensamento.
Pra se fazer versos é preciso fé
Mas não acredite no comum
As rimas são ondas ferozes
Que muitas vezes,
Não nos leva em lugar nenhum.
Pra se fazer verso é assim
Agente pouco começa
E ele já rima com o fim.
José Borges.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Pedaços de Vida.
Vai para longe tempestade
Tenha piedade de meus espelhos,
Não se aproxima da minha janela
Pois tua força poderá quebrá-los
E se isso acontecer tudo estará perdido
Inclusive o teu reflexo mesmo que denso.
Espero que a viagem seja simples
E que a noite não seja tão árdua
Vai forte vento que destrói o silencio
Desbrave as trilhas do tempo
E perdoe a todos que lhe opuserem
E não quebre os teus espelhos.
Vai para longe de mim tempestade
Tenho medo que você me quebre
Pois, mesmo não sendo espelho de vidro,
Também reflito aquilo que vejo.
E se por ventura eu venha a quebrar
Que seja por motivo desconhecido.
E que sobrem pequenos pedaços de mim
Pois quero continuar refletido em cada espaço
Pois assim nem a sombra do abismo
Nem a dor do futuro me será surpresa
E eu farei parte do vento
E serei tempestade
E serei tudo, serei metade...
José Borges.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Ironia.
Porque tudo caiu de uma vez?
Porque tudo de uma vez?
Porque tenho que fingir um sorriso, para disfarçar como realmente estou?
Porque me sinto sozinho mesmo estando sempre acompanhado
Porque tenho que esperar uma pessoa que nunca me esperou?
Porque tudo esta assim? Porque tudo mudou?
Como posso viver assim
Minha casa esta em guerra, minha vida esta vazia
Cansado de esperar
Cansado de tanta agonia
Pois de nada adianta amar
Se esse amor é uma ironia.
Agora acordo esperando mais brigas
Acordo e desejo dormir de novo, ou viver de olhos fechados
Pra que o medo não chegue, pra não ver meus olhos no espelho
Assim não lembro o que fiz, não lembro os meus pecados.
Mesmo assim vou viver
Ainda assim vou chorar
Mesmo sem paciência
Vou paciente esperar
Pra quem sabe um dia
Meu amor possa me amar.
Juan Patrick.
Porque tudo de uma vez?
Porque tenho que fingir um sorriso, para disfarçar como realmente estou?
Porque me sinto sozinho mesmo estando sempre acompanhado
Porque tenho que esperar uma pessoa que nunca me esperou?
Porque tudo esta assim? Porque tudo mudou?
Como posso viver assim
Minha casa esta em guerra, minha vida esta vazia
Cansado de esperar
Cansado de tanta agonia
Pois de nada adianta amar
Se esse amor é uma ironia.
Agora acordo esperando mais brigas
Acordo e desejo dormir de novo, ou viver de olhos fechados
Pra que o medo não chegue, pra não ver meus olhos no espelho
Assim não lembro o que fiz, não lembro os meus pecados.
Mesmo assim vou viver
Ainda assim vou chorar
Mesmo sem paciência
Vou paciente esperar
Pra quem sabe um dia
Meu amor possa me amar.
Juan Patrick.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Desejo Sagrado.
Sexo falado
Desejado, acochado
Sexo paixão, infantil ou não,
Desejo sagrado, pecado da carne,
Salvação da alma serena
Pequena história,
Sexo razão.
Amor fechado
Estranho sussurro,
Ciúmes do vento
Que suspira ao ouvido
Que suspira a todo instante.
Amor sem sexo,
Sexo sem amor
Pecado da alma
Salvação de pecador
Aflição e coragem
Alegria e dor.
Paixão de medo.
Alma sem cor.
Desejo sem encontro
Agora já é partida
Olho e não vejo ardor.
Coisa que agente não sabe
Coisa que agente gosta
Coisa que agente precisa
Coisa que agente come
Coisa que agente perde
Isso tudo agente sempre esconde...
Por quê?
José Borges.
Desejado, acochado
Sexo paixão, infantil ou não,
Desejo sagrado, pecado da carne,
Salvação da alma serena
Pequena história,
Sexo razão.
Amor fechado
Estranho sussurro,
Ciúmes do vento
Que suspira ao ouvido
Que suspira a todo instante.
Amor sem sexo,
Sexo sem amor
Pecado da alma
Salvação de pecador
Aflição e coragem
Alegria e dor.
Paixão de medo.
Alma sem cor.
Desejo sem encontro
Agora já é partida
Olho e não vejo ardor.
Coisa que agente não sabe
Coisa que agente gosta
Coisa que agente precisa
Coisa que agente come
Coisa que agente perde
Isso tudo agente sempre esconde...
Por quê?
José Borges.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Nem tudo vale a pena.
Não quero ultrapassar fronteiras
Nem vou me envolver em guerras
Pois nem tudo vale a pena.
De quê adianta tanta confusão
Se o que nos espera é uma interrogação?
Não quero mudar minha rotina
Nem vou me curvar diante de ti.
O chão está sujo demais.
Por onde você andou?
Nós estamos tão próximos, paradoxos.
Dois completos mundos, pequenos.
E hoje a guerra no peito
A alma pairando
O corpo cansado
A mente pensando
Os cabelos caindo
E a vida passando...
Não quero amar outra vez
Quero amar como se fosse a primeira vez que amo.
Sendo assim o amor será um mistério
E será delicioso, e puro, ingênuo e preciso...
José Borges.
Nem vou me envolver em guerras
Pois nem tudo vale a pena.
De quê adianta tanta confusão
Se o que nos espera é uma interrogação?
Não quero mudar minha rotina
Nem vou me curvar diante de ti.
O chão está sujo demais.
Por onde você andou?
Nós estamos tão próximos, paradoxos.
Dois completos mundos, pequenos.
E hoje a guerra no peito
A alma pairando
O corpo cansado
A mente pensando
Os cabelos caindo
E a vida passando...
Não quero amar outra vez
Quero amar como se fosse a primeira vez que amo.
Sendo assim o amor será um mistério
E será delicioso, e puro, ingênuo e preciso...
José Borges.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Quem é capaz?
E mais uma vez me questiono
Imagino quem fui, quem sou, e o que serei
Tenho recordações duvidas e planos
Mais estou certo que nunca me entenderei.
Quem é capaz disso
Quem conseguiu tal proeza
Acho que sem a duvida ninguém vive!
Como dizem ’’a duvida é o preço da pureza’’.
O que me reserva o destino?
Como serão meus dias?
Talvez noites de chuva
Talvez madrugadas frias
Mais ainda espero que com as lutas
Venham também muitas alegrias.
Juan Patrick.
Imagino quem fui, quem sou, e o que serei
Tenho recordações duvidas e planos
Mais estou certo que nunca me entenderei.
Quem é capaz disso
Quem conseguiu tal proeza
Acho que sem a duvida ninguém vive!
Como dizem ’’a duvida é o preço da pureza’’.
O que me reserva o destino?
Como serão meus dias?
Talvez noites de chuva
Talvez madrugadas frias
Mais ainda espero que com as lutas
Venham também muitas alegrias.
Juan Patrick.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
O Exemplo errado.
Sinto que as noites já não são mais tão violentas
E que as estrelas me olham com um jeito mais sincero
Olham-me como eu fosse parte delas, e eu as nego.
Tenho medo em acreditar na minha própria visão
E a noite vem, e se vai, e tudo parece mudado.
Amanhece em mim um novo dia
Mas percebo que esse é um dia estranho.
Eis um dia escuro e violento.
Quão triste está o céu
Está triste com as estrelas
Elas estão em guerra
E espadas de luz cortam o céu
E cai sobre mim um sangue azul
Que me cobre o rosto como se fosse meu sangue
E as estrelas continuam em guerra.
Agora sei o porquê que elas me olhavam estranhas
Elas sabiam que eu seria a única testemunha
Eu seria aquele que viu o céu sangrar
Mas mesmo assim não poderia fazer nada
Agora sei que estava certo em negar as estrelas
Talvez desde o início elas quisessem me usar.
Anoitece, e para onde eu olho só vejo escombros,
Ouço algumas estrelas agonizando, e morrendo,
Corpos espedaçados pelas espadas ditas divinas
Feixes de luz que rapidamente se apagam
E tudo parece realmente está mudado.
As noites hoje já não têm estrelas brilhando no céu
Pois as que não foram mortas, estão apagadas,
E o céu já não é mesmo que foi um dia
Ele também foi ferido e magoado, hoje vive escondido,
Creio que tenha medo das estrelas e das espadas.
E assim aconteceu que as estrelas invejaram os homens
De tanto elas os vêem praticando seus jogos.
Inocentes estrelas que agora estão como seus ídolos
Mortas, espedaçadas ou feridas,
E as que sobraram também serão coroadas
Com a honra de serem esquecidas...
José Borges.
E que as estrelas me olham com um jeito mais sincero
Olham-me como eu fosse parte delas, e eu as nego.
Tenho medo em acreditar na minha própria visão
E a noite vem, e se vai, e tudo parece mudado.
Amanhece em mim um novo dia
Mas percebo que esse é um dia estranho.
Eis um dia escuro e violento.
Quão triste está o céu
Está triste com as estrelas
Elas estão em guerra
E espadas de luz cortam o céu
E cai sobre mim um sangue azul
Que me cobre o rosto como se fosse meu sangue
E as estrelas continuam em guerra.
Agora sei o porquê que elas me olhavam estranhas
Elas sabiam que eu seria a única testemunha
Eu seria aquele que viu o céu sangrar
Mas mesmo assim não poderia fazer nada
Agora sei que estava certo em negar as estrelas
Talvez desde o início elas quisessem me usar.
Anoitece, e para onde eu olho só vejo escombros,
Ouço algumas estrelas agonizando, e morrendo,
Corpos espedaçados pelas espadas ditas divinas
Feixes de luz que rapidamente se apagam
E tudo parece realmente está mudado.
As noites hoje já não têm estrelas brilhando no céu
Pois as que não foram mortas, estão apagadas,
E o céu já não é mesmo que foi um dia
Ele também foi ferido e magoado, hoje vive escondido,
Creio que tenha medo das estrelas e das espadas.
E assim aconteceu que as estrelas invejaram os homens
De tanto elas os vêem praticando seus jogos.
Inocentes estrelas que agora estão como seus ídolos
Mortas, espedaçadas ou feridas,
E as que sobraram também serão coroadas
Com a honra de serem esquecidas...
José Borges.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Universo
Estou te escrevendo caro universo que habito
Pois preciso muito lhe cumprimentar
Sei que nem todas as palavras que conheces
Serão aqui utilizadas, pois sou falho em letras
Assim como sou falho em quase tudo que pratico
Porém, receba minhas linhas com carinho
Elas têm total admiração pela perfeição
E tu eis o grande mundo dos mundos
Eis perfeito como a sombra de minhas palavras
Palavras que ecoam dentro de mim
E que seguem um rumo em busca do desconhecido
Que buscam assim como eu um abrigo
Universo que me engole como se eu fosse um vinho
Universo que transborda alegrias infinitas
Preciso de teu abrigo mais secreto
Estou fugindo da fera das montanhas
Estou fugindo de mim mesmo
Já faz dias que procuro um lugar
Mas só encontrei este papel e este lápis
E apenas um endereço certo: a imensidão
Estou cansado e ferido com um simples animal
Carente de tudo inclusive de mim mesmo
Sou tão falho no meu silêncio
Que nos meus sonhos esvoaçam gritos pela amplidão
E meus gemidos de dor são como estas letras
Distorcidas, imperfeitas, incorretas e estranhas
Por isso te escrevo, perdoe meus sonhos
Perdoe minhas letras e também minhas palavras...
José Borges.
.
Pois preciso muito lhe cumprimentar
Sei que nem todas as palavras que conheces
Serão aqui utilizadas, pois sou falho em letras
Assim como sou falho em quase tudo que pratico
Porém, receba minhas linhas com carinho
Elas têm total admiração pela perfeição
E tu eis o grande mundo dos mundos
Eis perfeito como a sombra de minhas palavras
Palavras que ecoam dentro de mim
E que seguem um rumo em busca do desconhecido
Que buscam assim como eu um abrigo
Universo que me engole como se eu fosse um vinho
Universo que transborda alegrias infinitas
Preciso de teu abrigo mais secreto
Estou fugindo da fera das montanhas
Estou fugindo de mim mesmo
Já faz dias que procuro um lugar
Mas só encontrei este papel e este lápis
E apenas um endereço certo: a imensidão
Estou cansado e ferido com um simples animal
Carente de tudo inclusive de mim mesmo
Sou tão falho no meu silêncio
Que nos meus sonhos esvoaçam gritos pela amplidão
E meus gemidos de dor são como estas letras
Distorcidas, imperfeitas, incorretas e estranhas
Por isso te escrevo, perdoe meus sonhos
Perdoe minhas letras e também minhas palavras...
José Borges.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Vida Real.
Tudo esta tranquilo
Tudo em seu lugar
Quem sabe agora seja a calmaria
Quem sabe eu possa descansar
Sem preocupar-me com os medos
Que parece que decidiram se afastar.
Agora não tenho mais pressa
O tempo agora é meu amigo
Talvez nada de ruim aconteça
Talvez não aja mais perigo
Encontrei o descanso pra minha cabeça
E pro coração encontrei abrigo.
Agora posso dormir
Agora posso sonhar
Sem ter medo de pesadelos
Sem ter medo de chorar
Vou seguir aqueles velhos conselhos
E pra sempre vou te amar.
Mais espere o que aconteceu?
Abri os olhos e tudo se desfez
Já entendi, voltei pra vida real
Estava sonhando outra vez.
Juan Patrick.
Tudo em seu lugar
Quem sabe agora seja a calmaria
Quem sabe eu possa descansar
Sem preocupar-me com os medos
Que parece que decidiram se afastar.
Agora não tenho mais pressa
O tempo agora é meu amigo
Talvez nada de ruim aconteça
Talvez não aja mais perigo
Encontrei o descanso pra minha cabeça
E pro coração encontrei abrigo.
Agora posso dormir
Agora posso sonhar
Sem ter medo de pesadelos
Sem ter medo de chorar
Vou seguir aqueles velhos conselhos
E pra sempre vou te amar.
Mais espere o que aconteceu?
Abri os olhos e tudo se desfez
Já entendi, voltei pra vida real
Estava sonhando outra vez.
Juan Patrick.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Estranha direção.
Relembrando o passado sentado num recanto
Começo a pensar naqueles que me olhavam
Hoje estão tão distantes assim como eu
Assim como eu ando triste e tropeçando
Meio abandonado e procurando chão
Lembrando o que esqueci há tempos
Caminhando numa estranha direção.
Sou capaz até te lembrar lembranças mortas
Paginas de historias que escrevi em vão
Momentos e horas passadas em pleno cansaço
Num estresse fatal que me levou ao que sou
Ao vazio que me sobrepõe sem razão
Ao vínculo ditado entre o sol e a luz
Entre o calor e frio da noite
Como se eu carregasse uma cruz.
Pensando em como evitar o futuro
Concluo que o melhor é enfrentá-lo
Mesmo que eu esteja sem armas
Não posso sempre querer fugir
Preciso ver de perto a dor da batalha
Precisa sentir a navalha no coração
A solidão me mostrou o quanto tudo vale a pena
Não existem motivos pra minha aflição
Os caminhos novos que aparecem
Me mostram uma nova direção...
José Borges.
Começo a pensar naqueles que me olhavam
Hoje estão tão distantes assim como eu
Assim como eu ando triste e tropeçando
Meio abandonado e procurando chão
Lembrando o que esqueci há tempos
Caminhando numa estranha direção.
Sou capaz até te lembrar lembranças mortas
Paginas de historias que escrevi em vão
Momentos e horas passadas em pleno cansaço
Num estresse fatal que me levou ao que sou
Ao vazio que me sobrepõe sem razão
Ao vínculo ditado entre o sol e a luz
Entre o calor e frio da noite
Como se eu carregasse uma cruz.
Pensando em como evitar o futuro
Concluo que o melhor é enfrentá-lo
Mesmo que eu esteja sem armas
Não posso sempre querer fugir
Preciso ver de perto a dor da batalha
Precisa sentir a navalha no coração
A solidão me mostrou o quanto tudo vale a pena
Não existem motivos pra minha aflição
Os caminhos novos que aparecem
Me mostram uma nova direção...
José Borges.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Folhas secas.
Enquanto à noite chega, as folhas caem
E o chão fica recheado de coisa morta
Coisa velha e sem cor
E eu piso nesse chão como se duvidasse
Duvidasse que ele estivesse morto
E piso nestas folhas mortas
E morro de medo de pensar
Que elas tiveram vida
Mas a noite chegou, adeus vida.
Vejo um caminho feito de pedras
E nas pedras as sombras
E nas sombras as lágrimas
E nas lágrimas a saudade
E na saudade o amor
E no amor a esperança
Que a noite não chegue
E no silêncio o aviso
E no aviso as folhas
Todas mortas.
No alto dos galhos não sobrou nada
Até as pequenas folhas caíram
Vieram para debaixo de meus pés
E eu sem medo e sem querer
Esmaguei-as como se fossem meu amor
Sem querer era amor
Amor pelas folhas secas
Folhas vivas que não quis notar
Caminhos distantes de mim
Folhas mortas por mim
Noites esperadas em silêncio
Como medo da chegada do fim.
E o fim veio, ficou e passou
E o inicio passou, veio e ficou
E o instante ficou, veio e passou
Assim como as folhas mortas do quintal
Ou como a aperto de mão na noite de natal
Folhas que piso e que mato
Folhas mortas que piso
Secas, mortas
Só isso...
José Borges.
E o chão fica recheado de coisa morta
Coisa velha e sem cor
E eu piso nesse chão como se duvidasse
Duvidasse que ele estivesse morto
E piso nestas folhas mortas
E morro de medo de pensar
Que elas tiveram vida
Mas a noite chegou, adeus vida.
Vejo um caminho feito de pedras
E nas pedras as sombras
E nas sombras as lágrimas
E nas lágrimas a saudade
E na saudade o amor
E no amor a esperança
Que a noite não chegue
E no silêncio o aviso
E no aviso as folhas
Todas mortas.
No alto dos galhos não sobrou nada
Até as pequenas folhas caíram
Vieram para debaixo de meus pés
E eu sem medo e sem querer
Esmaguei-as como se fossem meu amor
Sem querer era amor
Amor pelas folhas secas
Folhas vivas que não quis notar
Caminhos distantes de mim
Folhas mortas por mim
Noites esperadas em silêncio
Como medo da chegada do fim.
E o fim veio, ficou e passou
E o inicio passou, veio e ficou
E o instante ficou, veio e passou
Assim como as folhas mortas do quintal
Ou como a aperto de mão na noite de natal
Folhas que piso e que mato
Folhas mortas que piso
Secas, mortas
Só isso...
José Borges.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Antes de você.
E agora o que será?
Haverá cura para teu ferimento
Ou você vai deixá-lo assim,
Exposto como o teu silêncio?
Será que está bem?
Espero que diferente de mim
Pois estou em lágrimas
Numa nascente sem fim.
Onde está você nesse momento?
Nem atendeu ao telefone
Será que não está mais sólida?
Sempre que acho, você some.
Aonde que o vento te levou?
Para onde ele levou teu cheiro
Que era tudo que me restava
Teu cheiro, passageiro.
E agora o que será?
Quem vai ler meus gestos
Quem vai te aconselhar
Onde iremos guardar nossos objetos?
O que será?
Agora você não é como antes
Nem o vento que te levou será o mesmo
Talvez o amanhã fique mais distante.
O que irá fazer agora?
Alguns amigos não são os mesmos
Acho que nunca foram
Quem ditará os termos?
E agora o que será?
Será como antes de tudo
Como está sendo agora
Ou será apenas futuro?
José Borges.
Haverá cura para teu ferimento
Ou você vai deixá-lo assim,
Exposto como o teu silêncio?
Será que está bem?
Espero que diferente de mim
Pois estou em lágrimas
Numa nascente sem fim.
Onde está você nesse momento?
Nem atendeu ao telefone
Será que não está mais sólida?
Sempre que acho, você some.
Aonde que o vento te levou?
Para onde ele levou teu cheiro
Que era tudo que me restava
Teu cheiro, passageiro.
E agora o que será?
Quem vai ler meus gestos
Quem vai te aconselhar
Onde iremos guardar nossos objetos?
O que será?
Agora você não é como antes
Nem o vento que te levou será o mesmo
Talvez o amanhã fique mais distante.
O que irá fazer agora?
Alguns amigos não são os mesmos
Acho que nunca foram
Quem ditará os termos?
E agora o que será?
Será como antes de tudo
Como está sendo agora
Ou será apenas futuro?
José Borges.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
A névoa.
Vá com calma meu senhor
Pode ser que esse não seja o seu trem
Sente-se mais um pouco nesse velho banco
Há muito tempo que nele não senta ninguém.
Tenha paciência sei que precisa partir
Sei que há muito tempo queres fazer isso
Só peso que deixe pelo menos tua lembrança
Sei que sua pele está velha e cansada
Que seus cabelos estão brancos
Brancos assim como a névoa da madrugada.
Tenha paciência ainda precisamos conversar.
Lembra de quando eu me perdia nas palavras?
Lembra de como eu gostava de ficar em silêncio
Pois em silêncio eu podia ouvir melhor seus ensinamentos
Pois eu era o aluno que ficava em silêncio.
Deixe-me sentar-se ao seu lado
Vou esperar que a máquina cheque
Vou esperar que a máquina passe
Vou ficar sentado nesse banco
Por que nem quero lembrar sua ausência
Quero apenas lembrar suas mãos em minhas mãos
Prefiro não ver mais as madrugadas
Elas me lembram algo estranho
Elas me lembram o fim.
A luz está cheia e as noites vazias como eu
Meu velho, meu velho e velho, o que sobrou
Hoje não durmo mais sem antes chorar
Será que alguém já esqueceu?
Largue aquele lenço encharcado de lágrimas
Deixe o tempo sana sua alma
E deixe sua alma leve como o vento
Ouça, mas tudo bem são meus passos nas escadas.
Olhe, agora é minha vez
Já demorei demais nesse banco
Ouço que meu trem se aproxima
Assim como tu fizestes um dia meu velho
Eu também estou com as madrugadas na cabeça
Foi tão rápido o ontem, o hoje, o amanhã.
E antes que eu esqueça
Obrigado pelas flores
Meu velho.
José Borges.
Pode ser que esse não seja o seu trem
Sente-se mais um pouco nesse velho banco
Há muito tempo que nele não senta ninguém.
Tenha paciência sei que precisa partir
Sei que há muito tempo queres fazer isso
Só peso que deixe pelo menos tua lembrança
Sei que sua pele está velha e cansada
Que seus cabelos estão brancos
Brancos assim como a névoa da madrugada.
Tenha paciência ainda precisamos conversar.
Lembra de quando eu me perdia nas palavras?
Lembra de como eu gostava de ficar em silêncio
Pois em silêncio eu podia ouvir melhor seus ensinamentos
Pois eu era o aluno que ficava em silêncio.
Deixe-me sentar-se ao seu lado
Vou esperar que a máquina cheque
Vou esperar que a máquina passe
Vou ficar sentado nesse banco
Por que nem quero lembrar sua ausência
Quero apenas lembrar suas mãos em minhas mãos
Prefiro não ver mais as madrugadas
Elas me lembram algo estranho
Elas me lembram o fim.
A luz está cheia e as noites vazias como eu
Meu velho, meu velho e velho, o que sobrou
Hoje não durmo mais sem antes chorar
Será que alguém já esqueceu?
Largue aquele lenço encharcado de lágrimas
Deixe o tempo sana sua alma
E deixe sua alma leve como o vento
Ouça, mas tudo bem são meus passos nas escadas.
Olhe, agora é minha vez
Já demorei demais nesse banco
Ouço que meu trem se aproxima
Assim como tu fizestes um dia meu velho
Eu também estou com as madrugadas na cabeça
Foi tão rápido o ontem, o hoje, o amanhã.
E antes que eu esqueça
Obrigado pelas flores
Meu velho.
José Borges.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Nada mudou.
Hoje deixei um pouco de lado a maquiagem do dia a dia
Deixei meu tempo livre, só pra lembrar verdadeiramente quem sou
Agora estou certo que tudo tem seu lado ruim
Tudo mascarado, nada mudou.
O que me remete pensar?
Sé nem o que penso sou capaz de entender
Sou culpado por ter tanta imaginação
Mais inocente pó não há desobedecer.
Acordado imagino
Porque as palavras me trazem dor
Talvez por culpa do destino
Talvez por culpa desse meu amor.
Juan Patrick.
Deixei meu tempo livre, só pra lembrar verdadeiramente quem sou
Agora estou certo que tudo tem seu lado ruim
Tudo mascarado, nada mudou.
O que me remete pensar?
Sé nem o que penso sou capaz de entender
Sou culpado por ter tanta imaginação
Mais inocente pó não há desobedecer.
Acordado imagino
Porque as palavras me trazem dor
Talvez por culpa do destino
Talvez por culpa desse meu amor.
Juan Patrick.
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